segunda-feira, 23 de agosto de 2010

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História que nunca entendi direito é a Parábola do Filho pródigo, aquela em que há dois filhos: o filho idiota e o filho que dá nome à história , o qual pega tudo o que tem, mete o pé de casa, gasta tudo com muita sacanagem e orgias.
Depois de dias de sexo, drogas e Rock'n roll , ele fica duro (quero dizer, sem grana), se arrepende de tudo e volta pra casa do pai como um vira-lata com o rabo entre as pernas.
O outro irmão, o idiota, que ficou aturando o velho durante todo o tempo em que o outro desfrutou as maGavilhas voluptuosas da vida, fica com ciúmes por ver o pai fazer uma festança pro pródigo, recebendo-o de braços abertos e muita alegria.
Em suma é isso.
Tá, e o que é difícil de entender?, você me pergunta.
Eu, paciente como um ancião mudo na fila do INSS, respondo: Na verdade nada. Não há o que se entender. Tudo está muito nítido: bonzinho só se fod... ferra!
É isso mesmo! Porque aquele filho "todo errado" - o pródigo - recebe a atenção de seus pais em igual proporção ao trabalho que ele os dá. Injustamente o contrário acontece com o infeliz do filho prodígio ou idiota, que recebe apenas as migalhas de cuidado que o filho da put* (não no sentido lato da palavra) do parasita de seu irmão não sugou de seus pais.
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Além da incoerente inversão de atitudes da família perante suas crias, há também o fato de que quando o filho pródigo fizer qualquer idiotice menos ruim do que de costume, ele será louvado, exaltado, idolatrado, salve salve! Afinal, "ele precisa de um incentivo", né?!
Já quando o babaca do bonzinho sair um pouco da linha, ele será eternamente repudiado, esculachado e todos os ‘ados’ negativos que você imaginar. Afinal, "ele sempre foi um exemplo", né?
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Conheço uma família com papai, mamãe e 3 filhos: 2 mulheres e 1 homem. A mãe é um amor. É aquela frequentemente chamada de alcoviteira e, portanto, nada tem a ver com este post.
Um dos filhos, de outra mulher inclusive, bebe, fuma, cheira, não tem nem o 2ºgrau, rouba... Só liga para o pai quando está bêbado. ric ric
Outra, também do casamento anterior, já abortou milhares de fetos de cujos pais não sabia quem eram; caiu na rua de perna aberta de tão bêbada; furtou pessoas da família; se envolveu com bandido. O emprego mais rentável que teve foi o de costureira.

A outra filha? Ah, a outra é uma sem-graça... ou apenas trofeu enobrecendo o pai vencedor.
Não xingava, não tem vícios, nunca saiu pros bailes e noitadas da vida. É bilíngue, trabalha desde os 17 anos em empregos públicos, por sempre ter boas recomendações. Muito dedicada, estudou em colégio Federal e terminou a faculdade com 19 anos - a qual o pai chamou de "merda". Se veste adequadamente, sem usar roupas que marquem a periquita ou mostrem o começo da bunda. Nunca ficou de fofoca com as meninas grávidas-solteiras da rua e sempre buscou sua independência: comprou carro com o próprio dinheiro e a ajuda da mãe, ao contrário de muitas que almejam subir na vida arrumando um homem velho e rico.

Acontece que os dois primeiros filhos sempre se dão bem de alguma forma. O pai sente pena do futuro péssimo que cada filho escolheu pra si e, volta e meia, dá um agrado a eles em forma de cédula.
A prodígio-idiota? Ah, essa só se estrepa. Fez tudo certo, mas quase levou um murro na cara porque discutiu com o pai que não queria que ela evangelizasse na igreja, aos 14 anos.
Se chega 11 da noite à casa porque estava com o namorado (outro babaca, sem vícios, concursado e etc), leva esporro, é chamada de vagabunda e ouve pela 5897ª vez o sermão da montanha e as regras ditatoriais a la Hitler e Getúlio Vargas.
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Eu gostaria muito de saber o final da história dessa parábola do filho pródigo. Fico aqui tentando imaginar o que teria acontecido com o personagem principal e o idiota do irmão que fez tudo corretamente...
Aliás, nem preciso saber. Muito provavelmente o prodígio esteja ralando feito uma mula para conseguir pagar uma pós-graduação, o preparatório para concurso público e o tratamento para a coluna, além de estar relatando suas lamúrias e frustrações em algum blog engraçadinho qualquer...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

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Cri cri cri cri na floresta.

Esse blog tah abandonado pq é só um rascunho. Nhá. Eu e minhas explicações...

quinta-feira, 11 de março de 2010

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Eu, sinceramente, não consigo entender esta vontade exacerbada que a maioria das mulheres têm de serem magras! Algumas, tão patéticas, ficam nervosas na hora de se pesarem e não falam, nem por um decreto, lei, Constituição, quantos kg têm...
.E se privam de comer o que as dariam prazer, justamente, para estarem esbeltas feito uma vassoura alisada. Elas são o perfeito protótipo de escravas da mídia, a qual as fazem pensar que a beleza é mensurada pela fita métrica ou pelo cabelo alisado.
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Vejo um monte de mulher dizer que não entendem os homens que acham a Mulher Melancia ou Juliana Paes gostosa: "Ah não, ela é horrorooosa! Ela é GORDA e tá cheeeeia de celulite"! (Típica inveja feminina, ai ai...)
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"Naaaaassa, que horror! Juliana Paes é horrorosa! É tão raro encontrar mulheres que tenham celulite! O normal é a mulher não ter celulite nenhuma!
- Mas da onde tiraram que para ser bonita não pode ter celulite e ser magra ? ("coisa bonita, coisa gostosa, quem foi que disse que tem que ser magra pra ser formosa?", já perguntou Roberto Carlos, ren ren ren ren)
- Se eles as acham bonita assim, vocês deveriam é se sentirem aliviadas por verem que não precisam se matar para vestirem manequim 38!
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Por isso que falo que essas mulherem se arrumam mesmo para as outras mulheres. Cambada de lésbicas enrustidas...
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Claro que também não é para ficarem que nem um tribufu, descuidadas e feiosas.
O que critico é o exagero. O que me nerva é a jumenta que acredita que precisa parecer 50 kg na balança, independente da sua genética, altura e etc. É aquela que critica a amiga ou rainha da escola de samba que tem 100 cm de quadril e dobrinhas na barriga.
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Há algumas que assim que conhecem um novo carinha ou quando entre amigas, algumas mulheres têm a maGavilhosa mania de logo dizerem: "Ah, tô gorda!", "meu cabelo tá horrível", "tô cheia de celulite", blá blá blá whisckas sachê... Peraê! Como assem?

"Aii, como tô obesa, gentem!"
Das duas, uma: Ou elas se autocriticam na tentativa de mostrarem que estão conscientes dos seus kilinhos a mais, do cabelo cheio de frizz e dos furos na perna e, portanto, não precisam de que ninguém as diga isso. Ou, o mais provável, para ouvirem um: "Ah, que isso, você é linda!", "Seu cabelo é lindo" , "Celulite? Que celulite, gata?" .
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Que saco! Se estão com esses "probleminhas", não precisam ficar mostrando, dizendo aos quatro ventos! (é, também achei estranha essa expressão...)
Já estamos vendo! Ou não! Talvez o tal carinha nem tinha notado, mas, porque a senhorita Baixa Autoestima o mostrou, agora sim, ele VAI reparar..
Se ele está contigo, é porque, de alguma forma, ele gostou de você, independente de parecer que um gato arranhou a sua bunda ou que você tenha pneus de trator na merda da barriga! E se ele não gostou, o problema é dele!

Quantas vezes não vemos mulheres com o corpo e o rosto nem tão bonito, que não usam roupas tão na moda, enfim, feinhas, como algumas dizem, mas têm um namorado lindo ou fazem o maior sucesso entre os machos? E quantas são as mulheres magérrimas que estão sempre carentes e nem chamam tanta atenção assim?

Já vou logo avisando: se chegar mulherzinha se subestimando, com o objetivo de ganhar um elogio, vai se ferrar! "É, colega, realmente tu tá UÓ".

E tenho dito!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Rascunho.

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Não, eu não estou apaixonada. Essa animação não refere-se a mim.
Não quero amar nem tão cedo, embora saiba que não podemos ter controle sobre o momento em que iremos suspirar mais fundo, perder o sono, fazer planos ou esperar a ligação de alguém...
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Sempre tentei ser bem racional em tudo, inclusive em relação ao amor.
Inclusive, chegava a dizer que o amor que sentia por fulaninho, era racional.
Pode isso, amor ser racional? Sim. Perfeitamente.
Entretanto, como paixões ardentes, meu amor racional de igual modo não me levou muito longe.
Mas quer saber? Aprendi que mesmo que tentemos nos privar de "fall for love", alguma hora isso vai acontecer. Racionais ou não.
E é até bom que tenhamos alguma história de amor para contar. Não se deve ter medo de experimentar os sentimentos.
Por mais que nos machuquemos uma vez, essa experiência será importante para que não cometamos o mesmo erro novamente. Mas precisamos cometê-lo. Uma vez apenas. Ou quantas vezes desejarmos.
Vivamos nossas próprias vidas e não os conselhos de outrem.
Se não ousarmos superar nossos medos (inclusive o de amar), viveremos apenas à margem das dúvidas e de nossos futuros arrependimentos...
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Mas ok. Já amei uma vez. Não quero mais. Passo. Esse é só uma gif de amor e não a expressão do que sinto.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Água

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E ao contrário do que imaginei: tudo continua igual.
O insípido, o inodoro, o incolor "aquarelam" o quadro da minha existência; integram o cenário do espetáculo melancólico dos meus dias.Tudo sem-graça. Como sempre.
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Mas não deixam de ser a minha vida.
Eu creio que a água pode se transformar em vinho.
Só não creio estar de todo certa.

07.02.2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Colheita feliz.

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E qnd menos se espera, a gente começa a colher o que plantou... Nem sempre bons frutos, nem sempre maus frutos. Mas, (suspiro) frutos. Que nem por isso deixam de ser...
Adubo para colheitas melhores...
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Anyway...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

22 para 23.

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Chorei. Por ter me perdido. Por ter me encontrado.
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Foi muito mais que pele: foi-se uma ideologia...
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Nasceu outra.